Vamos supor que hoje é um daqueles dias que você sabe que não deve sair de casa e por ironia do destino e sem nenhuma outra solução, você obrigatoriamente acaba saindo e novamente por ironia do destino você cruza com uns sujeitos vestido assim na rua. O que você faz?
Isto aconteceu comigo em 2006 e já tinha postado no blog antigo... andei recebendo uns emails pedindo por ele... Pedidos atendidos
A pior coisa que me aconteceu por estes dias ( em algumas partes)
Tomei um susto hoje pela manhã quando acordei e vi meu rosto na primeira página do principal jornal de São Paulo. Bebi meu café olhando atentamente pra foto, pra me certificar de que era eu mesmo. Sabe como é quando a gente acorda? Até a ficha cair... Lavei a cara umas 5 vezes pra não restar dúvida nenhuma. Ao abrir o caderno principal, lá estava minha ignóbil figura preenchendo quase toda a página da matéria. Difícil acreditar. Juro que nunca almejei isto, mas aconteceu. E quando eu menos esperava. A-con-te-ceu. Quem me conhece sabe que não sou de brigas, mas já fui. A última foi pra defender um amigo que estava apanhando na porta do colégio de uns 4 caras enormes. Eu tinha 13 anos, ainda não raciocinava direito, então cai na besteira de querer ajudá-lo. Que merda! Dói só de lembrar a surra. Tudo pra tentar impressionar uma garota, que nunca mais vi. Mesmo fazendo muito tempo é inevitável não me recordar deste episódio quando vejo as marcas e cicatrizes que guardo de lembrança daquele dia. Devo admitir que por um lado foi bom, pois isto me fez nunca mais querer me envolver em brigas dos outros, ou melhor, em briga nenhuma. Também convenhamos, puta covardia. 4 gigantes contra dois franzinos. "Vai ser burro assim lá na casa do c..." – exclamo pra mim, frequentemente. Hoje gosto de lutas esportivas e todo fim de tarde saio pra pratica-las e levo comigo minha mochila gigante cheia de coisas. É longe pra cacete onde treino e sempre invento de sair de casa no horário de pico de São Paulo. Tenho que enfrentar uma hora de viagem de ônibus lotado com a imensa mochila nas costas. É neguinho olhando feio o tempo todo. Um empurra-empurra fodido e eu e minha mochila lá. Sei que é foda, mas não tenho outra saída. Ontem aconteceu a cagada toda. Busão transbordando, eu pedindo licença pra poder passar, todos colaborando pra minha alegria até chegar no fim do corredor, um cara de costas obstruindo a passagem com sua enorme pança, ouvindo walkman. O diferente. Sempre tem. Fiquei atrás pedindo licença educadamente e o filho da puta não se moveu. Aquela porcaria daquele walkman no ouvido dele devia estar no último volume. Claro que ele não ia perder a oportunidade de mostrar sua nova aquisição num ônibus lotado. Caguei e passei por cima, atropelando, dai então ele se vira e fala: (continua...)
Foi bom e ponto final. Nem mais e nem menos do que isso. Fizemos amor da hora que chegamos até a hora de irmos embora. Da janela do hotel via-se o rio, a ponte e o Engenho. Não vou descrever detalhes do que aconteceu dentro daquele quarto, mas o cheiro dela não sai de dentro das minhas narinas. Uma pela branca e muito macia. Os seios na medida certa, cabelos escuros e uma sede interminável de amor. Tomamos banho e fomos à festa. Voltamos e tudo de novo. O dia já estava nascendo e precisavamos ir embora. Dormimos um pouco, pois longas horas se estenderiam pela estrada até nossas casas. Ao acordarmos, mais um pouco, na estrada também. Foi tudo perfeito naquele final de semana. Nunca mais nos esqueceríamos se não nos vissemos mais. Infelizmente isso nunca mais se repetiu. Deixei-a em sua casa. Após entrar, da janela me acenou como se fosse um adeus e não um tchau. Foi bom e ponto final. Eu estava sozinho novamente. Peguei o celular e liguei para a outra que sempre amei. Ela disse alô várias vezes e não respondi. Desliguei e deixei uma lágrima descer pela minha face até tocar o banco de couro do carro. Parei, fiquei em silêncio por longas horas sem sair dali. Anoiteceu. Apaguei os faróis e dormi ali mesmo. Nunca mais tive vontade voltar pra casa. Nunca mais tive vontade de ir a lugar nenhum. Nunca mais vi nenhuma das duas. Nunca mais soube o que... Boa noite amigos!
No blog antigo tudo que acontecia comigo eu postava por aqui. Coisas tão surreais que era difícil de acreditar. Relendo-o, lembrei de uns troços e achei uns textos. Alguns vou repostar e outros vou esperar coisas do tipo acontecer.
Só mais um dia como outro dia qualquer na minha vida
Ela pegou no meu pau com gosto, apertou e se foi. Já era tarde. Eu tava excitado, em frente a um cinema da rua Augusta comendo pipoca doce. Olhei pro relógio. Iniciei o cronômetro e quando deu o tempo comecei descer atrás dela. Acho que ela percebeu, porque ergueu mais a calça, fazendo-a entrar no rego e começou rebolar. Puta que pariu, uma gostosa dessas rebolando pra mim (pensei bem alto). Quando voltei à real ela tinha sumido na escuridão. Fiquei em pânico e só então percebi que estava sendo seguido. Ouvia passos fortes se aproximando. Tentei me esconder no breu, mas não teve jeito. Comecei correr e os caras gritaram: "Não adianta correr, você não vai conseguir fugir." Olhei pra trás, eram três sujeitos encapuzados, feios de dar dó. Um deles apontando uma arma na minha direção. Olhei pra frente e continuei correndo, até que ouço um estalo. Um tiro. Fudeu, pensei. Tento correr mais ainda. A sorte é que quando cheguei na esquina um desses carrões de vidros grandes e espelhados parou na minha frente, então consegui ver pelo reflexo a bala vindo na minha direção. Tive tempo de pensar e saltar me jogando no chão seguidos de três mortais como nesses filmes de ação. Confesso que me senti verdadeiramente fazendo parte de um filme de ação. Escutei quando a bala atingiu o vidro e o que aconteceu eu não sei, porque continuei fugindo, até ouvir a gargalhada alta dos caras dizendo que tinham me assustado e que estavam se divertindo com isso. Dei um puta grito, puto da vida. Isso não é brincadeira que se faça e mandei-os tomar naquele lugar. Foi então que me lembrei que estava atrás daquela gostosa que rebolou pra mim. Procurei-a noite toda. Sentei num boteco e pedi um copo de água de torneira com umas bolas de naftalina. Queria meu suicídio neste momento. Porra, quando uma bunda dessas vai voltar a rebolar pra mim? Burro. Mas não tinha naftalina, então pedi pra pegarem água da privada mesmo, mas a merda da privada tava sem água. Vai se fuder, não tem bosta nenhuma nesse bar. Vazei dali. Fui procurar outro, mas não tinha nenhum outro aberto, era muito tarde. Então quando já tinha desistido de tudo, escuto um assobio. Adivinha quem era? Isso mesmo, o dono daquele primeiro bar que entrei, me chamando, dizendo que conseguiu achar uns restos de bolas de naftalina. Enfia no cú. Agora não quero mais, gritei. Quer saber, essa confusão toda tirou toda minha inspiração pra continuar isso. Nem sei porque comecei esse texto contando de uma garota que apertou meu pau deliciosamente. Se foda, o texto é meu e começo do jeito que quero e se não quero terminá-lo de algum jeito, que se foda também. Não quero mais ficar lembrando dessas coisas ruins que acontecem na minha vida. Ou boas. Prefiro acabar por aqui, sem um fim.
No fundo você espera que o telefone toque, ou que batam à sua porta, ou apertem a sua campanhia. No fundo a gente sempre espera alguém, inventa coisas e cria histórias. E quando olhamos pela janela e não encontramos nada... no outro dia, ficamos com medo de abri-la novamente, porque entra um vento gelado carregado de lastimosas lembranças e o inverno chega com seu forte clima nostálgico. E lá no fundo, bem no fundo a gente fica torcendo por um boa noite dela, pra depois nos deitarmos numa cama fria sob quentes cobertores e esperar que o sono chegue logo com os sonhos. Talvez a única esperança. Mas no fundo queríamos estar tomando chocolate quente na frente de uma boa fogueira, com a cabeça no colo de nossas mães, ouvindo teus contos enquanto procuramos um final para os nossos. E todos os dias a gente corre olhar debaixo da porta esperando chegar alguma carta. Até mesmo uma carta vazia, só o envelope mesmo, com o nosso endereço escrito com letras de mão. E no fundo, no fundo... (um breve silêncio)... são tantas coisas que prefiro mesmo me calar... até o dia que a vida realmente... (deixa pra lá, apertem o reset e tudo se inicia do zero). Eu não sei, mas no fundo, no fundo... acho que gostaria de saber... merda nenhuma.
Não gosto de colegiais e universitários. Detesto papo-cabeça ou que me façam falar. Odeio rodas de pessoas e andar em turma. Não me chamem para a praia todo fim de semana. Não me desafiem, odeio ter que provar algo pra alguém. Odeio que tenham medo de me acordar ou incomodar. Ir ao cinema com mais de uma pessoa? Pra que? Teatro só se tiverem certeza de que vou sair chorando. As comédias são um saco. Odeio gente extremamente feliz e melancólicas demais. Bêbado falante. Se eu me sentir inconveniente em algum momento, saiam de perto. Não amar pra mim é caso de morte. Ser esquecido então... Tem mais algumas outras coisinhas odiosas... mpb, caetano veloso, ivete sangalo... argh... Mas gosto de estar sozinho, ficar debaixo de uma árvore abraçado com ela. Comer pipoca e uma porção de porcarias. Andar sem rumo à companhia de grandes amigos. Pedalar até o Japão e voltar no mesmo dia. Ficar na janela olhando pro céu. Pensar em alguém e nas aventuras que poderei viver. Sou apaixonado por mulheres, correr riscos, sentir saudades e esperar anos atrás voltar. Me peguem no colo e me contem histórias. Gosto dos moradores de rua e ouvir o que tem para dizer. O vento soprando no rosto. Um fim de tarde com água de coco. Curto ir ao cinema toda semana. Ouvir blues, jazz e rock n´roll. E essas porras todas. Digo tudo isto porque tenho uma fama de ranzinza, mas deu pra perceber que tem mais coisas que gosto do que não gosto. E um pouco sou assim.
Eu sei que não preciso ficar esclarecendo nada pra ninguém, até porque nem sei se este blog tem sido tão visitado. Resolvi ter um blog porque queria começar escrever, principalmente pra teatro e achei que seria um troço legal pra exercitar. E realmente ajudou e muito. Teve uma época que atualizava isso várias vezes ao dia. Era um prazer, mas dai começaram os contratempos. Quando tava ficando legal, acabava meu espaço e era obrigado a fazer outro blog com outro nome. Depois fiquei mais de um ano duro sem internet e acabei perdendo o ritmo. Aos poucos vou retomando, mas não engrena. Até porque ando numa correria danada. Trampando das 6h da madruga até o meio dia. Escrevendo peça nova. Viajando com outra peça e treinando quase todos os dias, porque é bem provável que eu volte a lutar oficialmente. Então acaba sobrando pouco tempo e fico bem cansado. Não sei realmente quantas pessoas frequentam aqui e tal, mas gostaria de saber, porque isso acaba sendo um estimulo. Às vezes encontro algumas pessoas na rua que me cobram, dai fico com peso na consciência e venho tentar fazer algo. Aliás se se tem um blog é porque você quer partilhar algo com as pessoas. Visito quase que diariamente os blogs dos amigos linkados ai do lado. Bom, enfim, só gostaria de saber quem anda por aqui. Ajudem um desestimulado a se estimular. Quero voltar a praticar isso e não só ficar postando videos, apesar de gostar muito. Valeu.
Diego é um brother que gosto pra caramba. Moleque novo, cheio de talento. É ator e músico. Em breve deve estar lançando seu cd. Já ouvi umas coisas dele e é bom pra cacete. Às vezes saimos pro rolê e tenho maior honra de sua companhia. Gosto de trocar uma idéias. É do tipo de cara que a gente pára pra ficar ouvindo. Enfim... ele participou de um curta que foi premiado no Festival de Berlim e hoje terá duas sessões do filme lá na Cinemateca e é claro que vou estar por lá. Logo abaixo o serviço.
É um mal do ser humano reclamar o tempo todo da vida. A solidão aperta, o desespero bate. Tudo isto e mais um pouco. Eu não sou nada diferente de ninguém e grande parte do tempo cometo o mesmo pecado. Quando eu morava no interior, ou ia pra lá com mais frequencia caia de bike na estrada com uns amigos. A gente se divertia muito. Claro, eu fazia milhões de outras coisas, que não vou ficar descrevendo aqui pela preguiça e pelo tempo que vai tomar. Mas lembro exatamente das palavras que disse a um brother quando voltava de uma dessas aventuras: "na vida a gente só precisa de uma bicicleta e bons amigos". Certo? Não vou mentir que por mais que saibamos sobre teorias de harmonia e equilibrio, às vezes as coisas apertam, bate o desespero, tristeza e essas coisas todas. Às vezes dá até vontade de fazer merda. Que atire a primeira pedra quem nunca teve este pensamento. Mas um instante depois a gente saca que não vale a pena. Bom, só estou escrevendo isso pra dizer que me sinto privilegiado, apesar de esquecer disto às vezes. Privilegiado porque tenho uma grande mãe e grandes amigos. Grandes amigos mesmo. Muitos que só vejo às vezes, mas nunca os esqueço e nem eles de mim. Não lembro dos aniversários de todos, malemá lembro do meu, mas sei que hoje é o aniversário de duas grandes pessoas, duas grandes companhias. Pessoas que admiro muito. O Digo que é um brother desde a época que eu morava em Artur Nogueira. Nem eramos amigos de rolê nada, mas sempre nos encontravamos e batíamos um breve papo. E não nos encontravamos sempre, nunca imaginei que fossemos ser tão próximos. Hoje ele mora em São Paulo e tem sido uma puta companhia pros rolês e tudo mais. Parabéns!!! E a outra é a especialíssima, lindíssima e outros superlativos qualitativos, Priscila Nicolielo. Escreve contos como ninguém. Grande dramaturga, pessoa, mulher, moleca. Grande em tudo menos na altura, mas pra mim é maior que um gigante. Tenho muito carinho e orgulho. O blog dela ta ai do lado. Longa vida pra vocês. Muito sucesso e tudo mais. Pra isso serve um blog às vezes.
Acordei com uma sensação que é uma mistura de nostalgia e angústia, não consigo descrever. No piso de casa, no asfalto por onde passei ontem, ainda têm gotas de lágrimas que tentei me livrar e hoje elas continuam a me perseguir. To como sempre com saudade de tantas coisas. A saudade que nunca me deixa em paz. To estranho, diferente. No álbum do orkut fotos novas com legendas e tudo. De pessoas que fizeram e fazem diferença na minha história. Essa semana conheci a história de Yoñlu, o jovem artista que resolveu dar adeus a todos e cair fora daqui. Ouvi suas músicas. O cd deve sair em breve. E ontem tive a sorte e o privilégio de assistir "Na Natureza Selvagem", roteiro e direção de Sean Penn. Sempre gostei muito dele que junto com Daniel Day Lewis é um dos maiores nomes do cinema (minha opinião). Me surpreendi com seu roteiro e direção que conduziu a história real do aventureiro Christopher McCandless muito bem interpretado pelo novato Emile Hirsch, que aliás é a fotocópia do aventureiro, de maneira inteligente e sensível. Muitos conhecem a história e sabem qual o seu desfecho. Sean Penn foi capaz de nos fazer acreditar que o trágico não iria acontecer, o tempo todo nos pregando armadilhas e desviando nosso foco da história. Transformou o herói protagonista em um anti-herói - herói. A generosidade dele (aventureiro) é admirável, para se aprender, como lição, mas em contraponto tem a sua fuga, do seu passado, de uma família desestruturada, o medo do que virá, ou do que seria, e ao mesmo tempo, parece o tempo todo que sabia de uma certa forma do bem que estava fazendo, ou não para sua família. Enfim, é um pouco confuso para quem não assistiu. E não me importa tudo isto. Porque o filme é muito mais generoso do que tudo o que escrevi. Sem pretensão nenhuma. Chega sem frescura no coração, dando-nos esta sensação de liberdade e nó na garganta. Refletimos sobre o óbvio que muitas vezes por ser tão óbvio evitamos. Qual o sentido de tudo isto? Da vida... do nosso papel... nossos valores etc. Um grito numa caverna onde tudo ecoa como LIBERDADE. Desejo de viver. Até quando vou ficar assim, engasgado e quase afogado em lágrimas não sei. Só sei que quem não for ver tem que correr, pois em breve sairá de cartaz. Não deve estar dando muito público, porque não é um filme que qualquer um tem interesse em assistir, por isso não deve ficar muito tempo. Tem que ter culhão. Não percam tempo e em hipótese alguma deixem de assistir.
Como posto muitos videos aqui e não sou assinante uol, meu espaço é limitado e sei que em breve ele acabará, e quando acontecer o novo endereço será http://opankada2.zip.net
Sempre gostei de histórias em quadrinhos e super-heróis, até ai
nenhuma novidade pra quem lê este blog, mas confesso que fiquei bem puto quando
soube o homem-aranha esteve aqui em São Paulo escalando o edifício Itália e eu
não estava lá. Deve ter sido um troço divertido ver a multidão se juntando e
gritando pra ele e ele acenando. Ele foi preso, teve o passaporte apreendido e
mesmo assim não perdeu o humor. Disse que foi muito fácil escalar o edifício,
tanto que fez isso com suas botas de cowboy mesmo. Não que eu o ache um
super-herói, mas admiro estes tipos de aventureiros. O cara escalou os maiores
edifícios do mundo que são prédios espelhados e lisos de mais ou menos 500m de
altura, sem nenhum equipamento de segurança. O nome dele é Alain Robert,
francês e tem 45 anos e está em plena forma física. No youtube tem alguns
videos e eu selecionei um bem curto pra cá, só pra tirar uma onda e matar nossa
curiosidade. Parece não ter obstáculo intransponível pro maluco. Só falta agora
soltar teias pela mão. Se alguém se interessar entra lá e veja os
outros.
Hoje estréia uma peça que estou curioso pra assistir. Poucos trabalhos em cartaz em São Paulo me despertam curiosidade. É uma equipe peso pesado. 3 pessoas que admiro muito.
O poeta e também dramaturgo Sérgio Mello. Um dos maiores poetas da nossa geração.
O multificional, talentosíssimo e grande brother Mário Bortolotto.
E dito por muitos como um dos maiores atores Nelson Peres. Grande brother!
E ainda desconhecida pessoalmente, mas profissionalmente já tinha visto um grande trabalho e a referência é boa. Então indico. Soledad Yunge.
Eu vou colar lá e indico desde já.
Indico também o imperdível "O Céu Cinco Minutos Antes da Tempestade". e a emocionante "Rosa de Vidro". Ai pra baixo tem todo o serviço.
QUE TAL MARCAR UMA CONSULTA COM ESTE MÉDICO? É REAL.
Um médico sincero foi questionado sobre vários conselhos que sempre nos são dados…
Pergunta: Exercícios cardio vasculares prolongam a vida, é verdade ? Resposta: O seu coração foi feito para bater por uma quantidade de vezes e só… não desperdice essas batidas em exercícios. Tudo gasta-se eventualmente. Acelerar seu coração não vai fazer você viver mais: isso é como dizer que você pode prolongar a vida do seu carro dirigindo mais depressa. Quer viver mais? Tire uma soneca !!!
Pergunta: Devo cortar a carne vermelha e comer mais frutas e vegetais? Resposta: Você precisa entender a logística da eficiência… .O que a vaca come? Feno e milho. O que é isso? Vegetal. Então um bife nada mais é do que um mecanismo eficiente de colocar vegetais no seu sistema . Precisa de grãos? Coma frango.
Pergunta: Devo reduzir o consumo de álcool? Resposta: De jeito nenhum. Vinho é feito de fruta. Brandy é um vinho destilado, o que significa que, eles tiram a água da fruta de modo que vc tire maior proveito dela. Cerveja também é feita de grãos. Pode entornar!
Pergunta: Quais são as vantagens de um programa regular de exercícios? Resposta: Minha filosofia é: Se não tem dor…tá bom!
Pergunta: Frituras são prejudiciais? Resposta: VOCÊ NÃO ESTÁ ME ESCUTANDO !!! . Hoje em dia a comida é frita em óleo vegetal. Na verdade ficam impregnadas de óleo vegetal. Como pode mais vegetal ser prejudicial para você?
Pergunta: Flexões ajudam a reduzir a gordura? Resposta: Absolutamente não! Exercitar um músculo faz apenas com que ele aumente de tamanho.
Pergunta: Chocolate faz mal? Resposta: Tá maluco? !!!! Cacau!!!! Outro vegetal!! É uma comida boa pra se ficar feliz ! !!
E lembre-se: A vida não deve ser uma viagem para o túmulo, com a intenção de chegar lá são e salvo, com um corpo atraente e bem preservado. Melhor enfiar o pé na jaca, cerveja em uma mão, tira gosto na outra e um corpo completamente gasto, totalmente usado, gritando: VALEU !!! QUE VIAGEM !!!!!! !!!!!!
"O homem nasce só e morre só. Se ele permitir que suas relações sociais o enganem, levando-o a esqucer sua fundamental solidão, estará vivendo com uma felicidade ilusória."
Este ator da foto é Ulrich Mühe, ele morreu mais ou menos 40 dias após a estréia do filme de cancêr no estomago. Não o conhecia antes de ver "A Vida dos Outros" e devo dizer que foi uma grande perda. Quem o assistiu sabe muito bem do que estou falando. Sou tautológico ao dizer que gosto muito de cinema. Tanto de ver, quanto fazer. Claro, não tenho nenhuma vasta experiência em cinema como ator a não ser com alguns curtas e minha pequena participação no filme O Signo da Cidade. Desde pequeno sempre pensava nisto. Se eu ganhasse pra ser critíco ou só escrever sobre cinema, também já estaria de grande tamanho. Ganhar pra ir ao cinema? Já pensou? Enfim, esta sexta fui pela segunda vez assistir o filme acima. A primeira vez de imediato pensei, que roteiro mais óbvio o cara vai se sentir tocado vigiando a vida do casal e se transformar. Foi exatamente isto o que aconteceu, mas a sacada da direção e roteiro foi genial em fazer o óbvio se transformar em inusitado no decorrer do filme. Não vou contar o resto, pois vale a pena conferir. Sem dúvida um dos melhores filmes em cartaz em São Paulo. Sei que já está a mais de 3 meses, então acho melhor correrem pra não perderem a chance de ver um grande filme e ver um magnífico trabalho de um ator que já se foi. E como sempre costumo citar nos textos. "É só minha opinião".
Não é nenhuma novidade para meus amigos que além de exercer muito raramente a função de ator, diariamente trabalho numa academia de musculação. Se me perguntarem se é bom, responderei que não é tão ruim. Sou professor de lutas e lutador e devido a isto, para evitar as lesões tão comuns aos praticantes de artes marciais, virei também praticante de musculação assíduo. A musculação me trouxe vários benefícios. Por exemplo a diminuição de lesões que eram comuns semanalmente, agora ocorrem gravemente a cada 15 dias, 1 mês e dependendo da sorte passo até 2 meses sem nenhuma fratura, nenhum rompimento, ou porradas na cabeça que me deixam no minímo com uma enxaqueca do caralho. Outro benefício foi a hipertrofia muscular, ou ganho de massa e peso, que por exemplo, nas lutas corporais tem sido muito útil, pois tenho tido um pouco mais de vantagem. De 64kg que tinha antigamente estou hoje com quase 80. Este tem sido meu mundo ultimamente. E a consequencia disto? A atrofia cerebral meus amigos. Me sinto muito mais forte hoje em dia, mas cerebralmente falando, me sentia muito melhor há uns 5, ou 6 anos atrás. Ta certo que nunca fui muito rápido mesmo com pensamentos. Sempre fui o último a entender as piadas que me contavam, ou a conseguir resolver alguma equação matemática. Demorava, mas chegava lá. Entendia melhor as coisas, conseguia escrever mais, sacava as peças, os filmes etc. Hoje em dia quando vou ao cinema ou ao teatro, custo pra entender algo e isto quando entendo um pouco, geralmente interrompo meus pensamentos no meio, pois parecem que não vão dar em nada. Só da preguiça. Enfim, to escrevendo tudo isto só pra poder escrever o texto ai debaixo e divulgar a peça do brother meu.
Belo título tem esta peça que o brother Eric Lenate dirigiu. Merecidamente ele estreiou como o primeiro diretor da história do CPT do Antunes Filho. Merecidamente, porque sei o quanto ele batalhou por isso e continua na luta. Lembro quando o conheci que ele me pediu pra lhe dar uma espécie de oficina e só tinha o domingo de manhã livre. Fiquei espantado, mas encarei, pois era uma oportunidade de estudar com alguém e como sempre gostei disto, encarei. O cara vinha de Guarulhos e às 9h em ponto ele estava tocando minha campanhia super disposto à começar o trabalho. Depois dai a amizade foi crescendo e nos tornamos uma espécie de irmãos. Montamos um grupo. Tinha época que o cara vinha a pé ou de bicicleta pra ensaiar com a gente. Escrevia os personagens especialmente pra ele que desempenhava seus papéis brilhantemente, sempre com muito talento. Quando podia ajudava-o com o dinheiro do busão. Se precisasse ficar sem dormir, sem comer pra trabalhar, ele ficava, vivia atarefado, mas nunca nos deixou na mão. Com o tempo ele foi se entrosando com o pessoal e conseguindo seu espaço no meio. Sempre que eu era convidado pra algum trabalho, tentava encaixa-lo de alguma maneira e até deu certo. Fizemos peças juntos, curtas etc. Até que entrou pro CPT e lembro quando disse da vontade de ser diretor. Eu tinha certeza que isto aconteceria um dia. E tanto fez que ai está o resultado. E sexta que passou tive o privilégio de assistir este seu maldito trabalho. Maldito porque está impregnado em mim até agora.. Estou inquieto. Não paro de pensar nisto e nem canso de indicar para os amigos. O que dizer sobre a peça? Odeio ficar repetindo jargões, mas o elenco está afinadíssimo, de uma sintonia muito pouco vista. Não sou chegado em peças não-realistas, mas essa parece ter feito mudar meu conceito a respeito. Paulinha Arruda exerceu seu papel brilhantemente. Dia desses assisti Sweeny Todd com Johny Depp e sai da sala pensando como ele consegue dar vida a seres tão esquisitos? Como ele consegue tamanha verossimilhança? Assistindo a peça consegui ver isto em Paulinha Arruda. Deu vida a um tipo tão estranho e difícil sem passar perto de qualquer conceito de estereótipo, ou clichê. O pai, a enfermeira, ou o coringa, acompanharam o ritmo e entraram na mesma dança. Elenco homogêneo. A direção do cara está impecável na minha pobre opinião. A peça toda de 50 ou 60 minutos, foi resolvida no peito, sem truque nenhum de iluminação, ou o que quer que seja. Está tudo ali, limpo, na caruda, sem ocultar nada, sem pretensiosas metáforas. Tudo descaradamente. Já tinha ouvido muito falar da peça, mas nem fazia idéia do que podia ser. Conhecendo a história de vida do Lenate, entendo perfeitamente, por que a peça lhe é tão forte e como conseguiu toda honestidade em cena. Gosto da palavra honestidade e é isso que vejo que vem faltando na maioria dos trabalhos. A arte não tem como ser desonesta. Digo e repito. O cara é provido de um talento nato, claro e muito suor. Como comecei o texto acima sobre a atrofia, afirmo que não sei decodificar exatamente sobre o que é a peça. Não consigo contar detalhadamente o que é a história, além de não querer e nem me interessar por isso. Caguei. Pra mim a peça fala de amor, mas de uma forma tão violentada que está impregnada na minha cabeça. Gosto de coisas agressivas e esta peça é assim pra mim. É uma porrada tão forte no meio do nariz que em determinado momento fiquei sufocado por lágrimas que mal podia respirar. Confesso, que fiquei com medo de não conseguir separar o lance da amizade e do carinho na hora, e me forçar a gostar do trabalho, mas sei que consegui perfeitamente separar isto. O texto merece todos os premios do ano pela ousadia. Nem me sinto digno de tecer comentários a respeito desta bela dramaturgia. Fazia tempo que não via um texto tão ousado como este. Gosto dos trabalhos do CPT, mas estou um pouco de saco cheio de sempre ver as mesmas coisas, mas desta vez pra quem acha que vai ver algo que já viu, se engana. Não percam.
Alguém sabe o que aconteceu? Ou foi só no meu? Não consigo mais mexer na fonte do meu blog... negrito, cor, tamanho... A Carola tentou me ajudar, mas ela é assinante e eu não. Algum não assinante ta passando por este mesmo problema, ou a desconfiguração é só aqui? Desanima... Escrito por Pankada às 14h00
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NICOLIELO, PRISCILA
Conheço poucas pessoas com esta sensibilidade. Ela é uma grande amiga. Não entendo muito bem nossa amizade, mas mesmo assim me orgulho e muito de ser seu amigo. Leiam: