PANKADA


De novo a correria

Ando numa correria danada, mas correria boa. Estou postando agora no endereço

 

http://www.opankada.blogspot.com

 

O blogspot ta bem legal, mais interessante e mais fácil de postar. Quem puder atualizar os links, agradeço e deixem seus comentários lá por favor pra eu saber que já descobriram. O primeiro post muitos já conhecem. Valeu e até lá.



Escrito por Pankada às 10h29
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Escrito por Pankada às 15h45
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Vantagens da tecnologia

Aprenda como mandar email e fax ao mesmo tempo.



Escrito por Pankada às 15h35
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SENHA DIFÍCIL

Minha amiga anda com problemas, não consegue mais tirar a calcinha e precisa de algúem pra ajudar. Ela pediu pra postar aqui pra não ter dúvidas. Quem descobrir a senha me manda pra que prometo que passo o email dela.



Escrito por Pankada às 15h28
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Trampo fodido

E tem gente que ainda tem as manha de reclamar do emprego que tem.



Escrito por Pankada às 15h22
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Cinema Nacional

É uma merda. Só ontem descobri que esta é aquela semana do Cinema Nacional, onde qualquer filme nacional, em qualquer sala a qualquer hora custa apenas 4 reais interia e 2 meia. Amanhã é o último dia. Espero salvá-los a tempo para poderem ver alguma coisa ainda. Vou fazer meu corre.



Escrito por Pankada às 20h36
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Boa de bunda

Uhu-uhu... é muita alegria pra uma pessoa só. Acabo de ver na internet que esta garota, que por sinal é brasileira, ganhou em Paris o concurso de bunda mais bonita do mundo. Uma pena só lamber com os olhos,

mesmo assim, ainda acho incomparável à flor do estilista parisiense da cabeça dela.



Escrito por Pankada às 20h32
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COMPLEXO

Sobrevivo deste troço que conhecemos por teatro e sei o quanto é foda. A vida ensinou que se não quer ajudar, então não atrapalha. Ou seja não meto o pau publicamente no trampo dos outros. Até por que, quem sou eu? Produzir no nosso país é uma merda. Não temos apoio e nem incentivo nenhum e se não nos ajudarmos... fodeu. Então se não gosto fico calado. Agora se gosto faço questão de escrever sobre, divulgar, comentar etc. Queridos leitores deste blog, encaro a escrita, mais como um exercício para o meu ralentado cérebro do que qualquer outra coisa. Não tenho pretensão nenhuma com isso a não ser dialogar comigo mesmo e na medida do possível divulgar boas coisas aqui. Enquanto digito... rio, choro, xingo, agradeço, falo alto, tudo isto sozinho. Não entendo bulhofas de nada, mas mesmo assim me arrisco entre as linhas deste texto.

Talvez neste momento enquanto as informações ainda digerem na minha cabeça, esta palavra (complexo) seja a melhor, por enquanto, pra definir o novo espetáculo da cia. Antro Exposto, dirigida e coordenada por Ruy Filho. Sei muito pouco sobre ele, ou quase nada, dane-se, porque o que cara anda aprontando com a cia é o que interessa. O trabalho por si só diz pra que e por que ele veio. Confesso que peças com características semelhantes não são as que mais me agradam. Geralmente me soam como pretensiosas. Em poucas palavras tento me explicar: Tenho a impressão que a maioria das cias ficam sempre preocupadas em querer inovar e chocar de alguma forma. E cada vez mais, talvez pela urgência, começam nos apresentar trabalhos esteticamente belos, porém sem pé e nem cabeça, ou seja, apenas estéticos e que nada dizem, sem nenhuma base e profundidade. Não que eu ache que tudo deva ser profundo, talvez seja só uma questão de ponto de vista. Mas acabam pecando por um amontoados de informações que me suscitam após, vontade apenas de ir pra um lugar qualquer e esvaziar a cabeça. Não me instigam a pensar. Na peça que assisti, o processo é inverso. A primeira preocupação (nítida) estava em dizer algo e é a partir daí que as coisas começam se encaixar. Não se vê nada sobrando. A única vontade que tive e tenho até agora é a de ficar pensando sobre, e pensando também quando conseguirei voltar pra reassistir e tentar absolver mais alguma coisa. Quem sabe assim paro de ficar me revirando na cama durante madrugadas. A grande ousadia da peça está na profundidade que sem vacilo nenhum atingiram. Ai sim vejo inovação e linguagem própria. O grupo consegue deixar sua impressão digital. Minha alegria foi tanta ao sair daquele teatro que precisei sair correndo de lá praticamente. Num outro momento explico porque. Fiquei fascinado com o trabalho do Ruy. Foi de uma coragem, precisão e sabedoria muito peculiar. Coragem primeiro por ter conseguido e ocupado um espaço desconhecido, junto com um monte de malucos que acreditaram na proposta e que agora estão lá fazendo acontecer. Se apresentam numa sala com pouca infra-estrutura para a realização de qualquer tipo de evento, mas souberam aproveitar e transformá-la criativamente a seus favores. Precisão, porque diante de tão complexa obra, por milímetros não escorregou e caiu na mesmice da maioria dos grupos. Só mesmo sob a regência de um grande maestro isto é possível. Sabedoria peculiar, "a frase anterior justifica" e também por levar adiante a idéia e conduzir com habilidade e muita qualidade todos aqueles atores que estavam simplesmente magníficos em cena. Estou até hoje com tudo aquilo na cabeça, tentando digerir cada coisa, mas confesso que é foda e não é toa que tem o nome que tem. COMPLEXO SISTEMA DE ENFRAQUECIMENTO DA SENSIBILIDADE. Torço para que a nova cia. ganhe definitivamente seu espaço no cenário teatral paulistano que vêm garimpando há algum tempo, sem pretensão e arrogância nenhuma. Tudo fruto de muito suor e trabalho. A não ser que a nossa ignorante mídia mais uma vez deixe passar batido tão precioso trabalho, como tem feito com muitas outras grandes obras perdidas pela imensa cidade de São Paulo. O que é muito comum. Se tem uma palavra que não gosto, (sempre quis escrever isso e não sei se é o momento mais oportuno, enfim...) porque até hoje não entendo o real significado dela... é parabéns. O mais comum é dize-la a alguém que faz aniversário, mas pra mim é nada mais do que uma desculpa de espertinhos que chegam na sua festa sem presente algum. Por isso não a pronuncio de jeito nenhum. E gosto quando não me dizem também. Prefiro dizer muito obrigado ao grupo por ter nos presenteado com esse magnífico trabalho. E avisar aos desavisados que eles ficarão em cartaz somente até o dia 11 de dezembro, todas as quintas às 21h no Centro Cultural Rio Verde que fica na Vila Madalena na rua Belmiro Braga, 119. Mais abaixo em outro post tem o serviço.



Escrito por Pankada às 20h26
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COLAR DE DENTES

Ando meio amargurado. Ontem quebrei os dentes de mais um. Não sou adepto à violência e nem sou bipolar, mas às vezes o soco escapa. E com isso já estou quase terminando o colar que vou dar pra minha mina. Se continuar com essa freqüência de 6 dentes mensais, acho que mais dois meses ela poderá desfilar orgulhosa por ai com ele. Meu objetivo não é perder o ritmo e sim aumentar pra acabar logo com isso. To pesando 80 kg. Em relação aos manos com quem ando sou magro, mas tenho a mão bem pesada. Por isso resolvi um dia largar tudo e me dedicar ao boxe. Vou falar mais sobre isso, mas por enquanto as idéias ainda estão se formando na minha cachola. Já nocauteei e fui nocauteado. É ruim pra cacete. A cabeça inflama e fica duas semanas seguidas doendo. Pior do que qualquer enxaqueca. Já sofri com enxaqueca e por isso sei que é foda. O bom é que antes da próxima luta você pensa muito se fecha ou não. O boxe só funciona com lutas casadas. Várias vezes tive adversários que desistiram. É um saco, porque a preparação é exaustiva e consome todo o tempo. Depois de um nocaute, quando você volta pro ringue, você só quer bater pra não ter que sofrer com as dores de cabeça. Daí me pareço com um leão faminto em busca do alimento para sobreviver. Não gosto de metáforas e nem de enfeitar nas frases. É que as vezes me vêm estas asneiras. Não gosto de nego metido a inteligente e é por isso que arranco seus dentes. Ta me tirando de otário? Esses negos acham que vão mudar o mundo com suas escritas, ou arte? (no caso se for artistas). Artistas, esses se acham foda pra cacete e não fazem mais nada além de acordarem depois do meio-dia. Eu queria ter uma vida assim. Deve ser legal pra cacete. Só não gostaria de me achar por causa disto. Pior são os malucos que colam em você se te acham importante, se não te acham eles somem e vão procurar a próxima vítima. Uma porrada de otário. Tudo gente que gosta de ser aplaudido. Já arranquei dentes de uns assim. Pra mim é tudo um bando de Maria vai com as outras sem opinião nenhuma. Fazem qualquer merda pra serem aceitos e reconhecidos pelo os outros. Se não for isso, não são merda nenhuma. Mais perdido que cego em tiroteio. Frase feita. Até que elas me incomodam menos do que as merdas das metáforas. Metáfora é coisa de cusão. Não faço rodeios pra falar. Falo o que tiver pra dizer na cara. Não gostou, segure meu direto de esquerda. Daí entrego o colar pra ela amanhã mesmo.



Escrito por Pankada às 14h46
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irmãos torraca

E hoje estréia oficialmente a peça de dois grandes brothers. Tiago e Diego Torraca. Tenho mó consideração por eles. Se não me engano é a estréia do Tiago como ator. O cara é um puta canalha e por isso vai ser divertido vê-lo em cena. Sei que tem a Gabi Rosa com quem me apresentei na Satyrianas e a querida Rai também e mais um porrada de gente. Claro, texto e direção do Ruy Filho, gosto do trabalho do cara. To torcendo por eles. Sucesso.



Escrito por Pankada às 14h46
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ÚLTIMO FIM DE SEMANA

Pois é. Quem viu, viu (óbvio), mas quem não viu ainda tem chance de ver. Só até domingo. Espero voltarmos ano que vem, mas até agora não tem nada em vista. Espero aqueles que não foram ainda.

São de Cera as Luzes da Cidade


No Teatro Ruth Escobar
Sala Miriam Muniz
rua dos Ingleses, 209 Bela Vista`
Sexta e sábado 21h30 e domingo 20h. Até 02/11/08
Mais informações
www.luzesdecera.blogspot.com



Escrito por Pankada às 15h51
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CASTIGO

Eu tinha medo de crescer. Eu olhava os adultos e não queria ser como eles, eu tinha um puta medo. Não entendia porcaria nenhuma, mas sentia que seria foda. Bem cedo me ensinaram acreditar em Deus, então todos os dias de manhã eu me ajoelhava ao lado da cama e pedia pra Ele não deixar eu virar gente grande. Eu gostava de acordar bem cedo pra poder brincar mais tempo e ficar na rua o dia inteiro. Não fui um bom menino, não tive muitos amigos, suas mães não os deixavam brincar comigo. Geralmente eu ficava sozinho, cheio de raiva, mas eu não entendia isso, eu não sabia o que era raiva. Eu ficava pela rua destruindo as coisas, derrubava os muros das casas dos outros, quebrava suas janelas, riscava seus carros, jogava bombas nas suas garagens e vivia querendo dar porrada em todo mundo, não gostava de ninguém e ninguém gostava de mim e eu achava tudo isso legal, porque eu não entendia nada. E com tudo isso eu acabei causando muito problemas, principalmente pra minha mãe, que também não entendia nada e a única solução que ela encontrou, era me bater e me deixar trancado num quarto pequeno. Eu ficava tramando um jeito de fugir, mas era quase impossível, porque tinha grades na janela, e eu tinha medo de ser pego e apanhar mais ainda. Então, eu ficava lá a maior parte do meu tempo, com o nariz cheio de ranho escorrendo junto com as lágrimas, vendo meus amigos brincar no pasto de uma fazenda que tinha atrás do quintal de casa. Os que não gostavam de mim, ficavam me convidando pra brincar, só pra tirarem uma onda com minha cara e os poucos que gostavam, faziam uma rápida visita escondidos de minha mãe e ainda traziam alguma coisa. Eu morria de medo dela pegar e me bater com a varinha do pé de amora que tinha no nosso quintal. Às vezes, enquanto o pôr do sol não chegava, eu ficava olhando o pé de amora durante horas e queria destruir ele também. E eu só sabia chorar, eu queria apenas brincar, porque de uma certa forma, eu sentia que a infância um dia ia acabar. A partir daí eu comecei pedir pra Deus me levar antes de me tornar adulto. Tinha mudado de idéia, eu não sabia o que estava pedindo. Quando cresci um pouco mais, só pensava em me vingar e acabei fazendo mais cagadas. Um dia a polícia foi me buscar em casa. Era fim de tarde e minha mãe vinha chegando de um dia cansativo de trabalho. Ficou em pânico quando viu a cena. Depois de muito insistir, eles não me levaram. O que eu aprontei, fica pra uma outra história. Minha mãe percebeu também que não adiantava me deixar mais trancado, então ela resolveu mudar de cidade pra eu não ver mais meus poucos amigos. Fomos morar praticamente no meio do mato, numa pequena cidade do interior de São Paulo. Foi ai que tudo piorou, comecei sentir mais raiva, porque agora não estava mais preso no quarto, mas numa cidade vazia, inóspita e sem ter como sair de lá. Comecei pichar muros como todo adolescente idiota tentando se comunicar e um dia inventei de pichar o carro do delegado da cidade. Tive que ficar trancado em casa no meio do mato, sem por o pé pra fora durante meses, pois o único delegado daquele minúsculo lugar estava puto atrás do filho da puta que tinha feito aquilo no carro dele. Ninguém nunca soube quem fez a não ser dois amigos que estavam comigo naquela noite. Ele nunca me encontrou e eu parei de fazer essas besteiras e não por medo e nem por nada. Foi porque um dia vi minha mãe chorando num canto e tentando se comunicar com Deus em oração, pedindo pra Ele ajuda-la a se livrar da angústia que sentia por não conseguir se comunicar comigo e nem com ninguém, por não conseguir ser meu pai também. Eu nunca tive pai e ela devia se culpar por isso. Soube que ele foi assassinado. Nunca me interessou conhece-lo. A partir dai comecei entender um pouco as coisas. Neste dia eu a abracei e ela chorou no meu colo e eu rezei por ela bem baixinho. Não queria que ela percebesse de jeito nenhum. Eu tinha aprendido a me castigar.



Escrito por Pankada às 14h29
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Teste FORD de air bag

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Escrito por Pankada às 17h13
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PESSOAS PECULIARES

1. A mulher que atinge 200 orgasmos por dia
foto 11 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

O barulho de um trem, o secador de cabelo, uma máquina fotocopiadora - tudo isso é motivo para Sara Karmen, uma britânica de 24 anos, sentir um orgasmo.
Somente durante os 40 minutos de uma entrevista ao jornal News of The World, ela teve 5 orgasmos. A moça sofre da Síndrome de Excitação Sexual Persistente, que faz com que ela fique excitada por grandes períodos de tempo, mesmo sem ter um estímulo sexual. ‘As vezes tenho muitas relações sexuais, na tentativa de acalmar-me.’ - conta Sara.

2. O homem que não consegue engordar
foto 21 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

O inglês de 59 anos, John Perry, pode consumir a quantidade de alimentos que quiser e não consegue engordar. O distúrbio, chamado lipodistrofia, faz com que o corpo queime rapidamente a gordura que absorve. Quando tinha cerca de 12 anos, Perry comentou que começou a emagrecer sem nenhum motivo aparente.
Os médicos, imaginaram que ele estivesse sofrendo de uma úlcera estomacal. O problema de Perry é causado pela produção de insulina, que é seis vezes maior do que uma pessoa normal.

3. O homem que não sente frio
foto 32 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

O holandês de 48 anos, que ficou conhecido como o ‘Homem de Gelo’, já correu uma maratona no Pólo Norte, apenas vestindo um short e nadou cerca de 80 metros em água gelada.Por uma condição incomum, Hof não sofre de hipotermia,
como ocorre com a grande maioria dos seres humanos. Ao invés disso, o fluxo sanguíneo, que em temperaturas muito baixas é enviado apenas para os órgãos vitais, no caso dele, continua sendo fornecido para todo o corpo, não permitindo que ele sofra com ulcerações.

4. O garoto que não podia dormir
foto 42 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

Imagine, uma criança que não dorme, nem cochila por 3 anos. Foi o que ocorreu com Rhett Lamb, que não tinha experimentado uma soneca na vida.
O problema era causado por uma anomalia no tecido cerebral, chamada: má-formação de Chiari. Parte do seu crânio
era anormalmente pequena e acabava exercendo uma pressão sobre o cérebro.Em maio desse ano ele passou por uma cirurgia e finalmente dormiu.
Seu pai declarou que dividiu com a mãe do garoto a responsabilidade de monitorá-lo durante o sono.

5. A garota que é alérgica a água
foto 52 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

Ashleigh Morris, uma australiana de 19 anos, não pode usufruir de hábitos comuns à jovens da sua idade. Ela não pode ter contato corporal com água.
Morris sofre de um doença de pele raríssima,
chamada Urticária Aquagênica, que é um processo de alergia extrema à água.
Quando Ashleigh se molha, seu corpo explode em feridas e caroços, que levam cerca de duas horas para aliviar.Como não há cura ou tratamento,
Ashleigh preferiu parar de fazer esportes e tudo o que a faz suar.

6. A mulher que não consegue esquecer
foto 61 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

Uma californiana de 42 anos possui a melhor memória do mundo. A mulher, que é conhecida como Jill Price, lembra-se de quase todos os dias de sua vida, a partir dos 16 anos de idade. Segundo ela, sua memória passa como um filme, ‘ininterrupta e incontrolável’. Ela, lembra claramente o que ocorreu no episódio de ‘Murphy Brown’ em 28 de março de 1988. Além disso, ela recorda-se de fatos mundiais e outras tantas informações que pessoas comuns não conseguem recordar. Sua anomalia chama-se síndrome hipertimésica.

7. A adolescente que se alimenta apenas de Tic Tac
foto 7 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

Natalie Cooper, inglesa de 17 anos, sofre de uma doença misteriosa: ela vomita toda vez que ingere algum alimento sólido. A única coisa que pode ela pode comer, com segurança, é a bala Tic Tac. Inicialmente, os médicos acreditavam que a menina sofria de bulimia, mas logo abandonaram a idéia. Por razões ainda inexplicáveis, o Tic Tac é a única comida que não a deixa mal. Porém, Nathalie precisa ingerir outros tipos de nutrientes através de uma fórmula especial,
via tubo.

8. O homem que está há mais de 1 ano soluçando
foto 82 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

Chris Sands, de 24 anos, soluça em média a cada dois segundos.Chris Sands, que é músico, disse que sua carreira ficou prejudicada e acredita
que a cirurgia conseguirá lhe devolver uma vida normal.
Segundo os médicos do Queen’s Medical Centre,
um tubo será implantado no estômago de Chris para monitorar o nível de acidez, pois ele sofre de refluxo ácido, motivado por uma falha em uma das válvulas.

9. A mulher que desmaia sempre que ri
foto 91 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

Kay Underwood, 20 anos, tem cataplexia, ou seja, qualquer espécie de emoção forte que tenha pode fazê-la desmaiar, devido ao enfraquecimento repentino dos músculos. Excitação, raiva, medo, surpresa, e até vergonha podem provocar o desmaio.Sua condição anormal foi descoberta há cinco anos, quando chegou a perder a consciência por mais de 40 vezes em um único dia.
Tal como muitos dos doentes de cataplexia,
Kay sofre também de narcolepsia - adormece sem mais nem menos.

10. A mulher que tem alergia à tecnologia
foto 101 As 10 Pessoas mais peculiares do mundo

Debbie Bird é absolutamente alérgica à tecnologia.
Para ela, falar no telefone celular, cozinhar no forno de microondas ou dirigir um carro, são tarefas praticamente impossíveis.
Tudo porque Bird possui uma sensibilidade ao campo eletromagnético criado pela maioria dos aparelhos eletrônicos. Como conseqüência, Debbie sofre com uma dolorosa alergia na pele e nas pálpebras. Para diminuir o problema, ela criou uma espécie de zona livre da influência eletromagnética.



Escrito por Pankada às 17h11
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PAU PRA TODA OBRA

Começou a Satyrianas. Infernal. Gente demais. Este ano quero tentar aproveitar mais o Dramamix. Vou participar como ator na peça da Priscila no post ai de baixo e logo na sequência como autor. Foi tudo na correria. O convite pra escrever, o tempo escrevendo, arrumar elenco e tal. Antes de chegar ao texto que vou apresentar, escrevi outras coisas e era só encheção de saco. Tava quase desistindo dai veio a idéia. Queria que fosse algo engraçado e leve. Quando consegui terminar o texto, já tava muito cansado pra revisa-lo e mandei pra algumas pessoas que gostaram e pro organizador do Dramamix que tava pondo pressão já. A segunda etapa foi pensar no elenco. Algumas pessoas toparam de começo, mas depois acabaram arrumando trabalho e tiveram que sair. Isto uma semana e meia antes. Na segunda-feira a tarde, cansado dos canos decidi eu mesmo fazer como ator também, que até então estava fora de cogitação porque sabia que seria quase impossível ser um dos principais e dirigir em tão pouco tempo. Já fiz isso em Irascível, mas tive um mês pra tal proeza. Encarei, contando com uma puta força do brother Thiago Duran, que leu no blog que precisava de ator e se ofereceu e esteve todos os dias comigo na ralação, fazendo o outro protagonista. Se tem um cara que leva muito a sério que faz, este é o cara. Nem com o horário deu cano. Os outros eu sabia que tinham uma porrada de compromisso e como fariam personagens menores, não me importei, mas no fim, o horário de ninguém batia e não conseguimos e nem íamos conseguir reunir todos pra ensaiar. Ontem estavamos tão extenuados que olhamos pra cara um do outro e falamos em desistir. A Luana, outra atriz e amiga que veio na medida do possível, também deu uma puta força, mas já era tarde. O cansaço não permitiu que decorássemos nem a metade do texto. Ia desistir de apresentar mesmo e passar meu horário pra algum amigo. Até que depois de tantas tentivas os dois me convenceram em fazermos uma leitura. E a maravilhosa Vivi Motta, pau pra toda obra fez esse maneiríssimo flyer. Na medida do possível, pois ela nem tinha noção de como se faz isso. Pra quem não a conhece, a garota é talentosíssima e leva o maior jeito com essas produções artísticas. Ela é produtora de moda e está desempregada. Se alguém souber de um trampo pra indicá-la, avise-nos. E quem quiser aparecer pra ver a leitura... será bem vindo.



Escrito por Pankada às 13h54
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Sábado 25

Ta legal pra cacete fazer. É do jeito que gosto. Passo a maior parte do tempo sentado. Gosto muito disto. Sem desgaste físico. Gosto do texto, da direção e da atriz que faz comigo. Bons. O resultado é só colando lá pra saber.



Escrito por Pankada às 23h52
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À Mão Armada

É o título do texto que escrevi pro Dramamix. Eis o motivo deste blog estar tão abandonado. A semana seguinte será a mesma coisa. Vou ensaiar como ator o texto da querida amiga Priscila Nicolielo e dirigir o meu com um elenco que nem sei qual é. Se tiver atores interessados a ter uma semana de loucura, entrem em contato. A peça da Priscila apresento com a Gabriela Rosas no sábado dia 25 às 10h da manhã e a minha peça na mesma data e local às 11h. Na tenda armada na praça Roosevelt.

 



Escrito por Pankada às 00h51
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SÃO DE CERA AS LUZES DA CIDADE

Estamos nos aproximando das últimas semanas. Quem ainda não foi, por favor. Sex, sáb e dom até o fim do mês. Acessem www.luzesdecera.blogspot.com

 



Escrito por Pankada às 14h20
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Toda sexta é dia de fazer os amigos mais felizes



Escrito por Pankada às 14h18
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Por essa e outras razões não gosto de lembrar que sou pobre. É foda!!!



Escrito por Pankada às 13h47
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Escrito por Pankada às 10h09
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Cartoon



Escrito por Pankada às 10h22
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Oscilação de Energia



Escrito por Pankada às 10h19
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Para a felicidade dos meus amigos

Sono profundo!

Cuidado para não acordá-las.

Vejam aqui.



Escrito por Pankada às 09h12
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VAZIO DANADO

Em toda grande praça sempre tem uma senhora com suas tralhas que cuida dos pombos. Em cima do viaduto sempre tem alguém pronto pra saltar. Uns mais discretos e outros totalmente indiscretos. Os grandes amigos moram bem longe e têm a agenda lotada. Tem algo mais inconstante que a felicidade? É claro que tem, mas por hora, não consigo pensar em nada. Escrevo sempre pra tentar tampar um grande vazio que aparece de vez em quando. Escrevo porque gosto, mesmo quando não tenho o que dizer, como agora por exemplo. E a vida como um sopro vai passando e nunca quer saber de voltar atrás. Esta nossa chance é única. E agora debaixo do viaduto muitos dormem embriagados pra se aquecerem do frio. Outros ainda tentam um trocado e o máximo que conseguem é uma catarrada. E a senhora com a tralha continua lá tentando se comunicar com os pombos. Alguém tem que cuidar deles, ela pensa. E quem cuida dela, penso eu. A esta altura já perdeu toda a esperança de ser entendida no planeta terra. Ela deve pensar que deveria se mudar pra Jupiter ou Marte. Jupiter tem acento, mas estou com preguiça de acentuá-lo. E não é que escrever afasta o vazio da gente, pelo menos até o próximo dia, porque agora já são mais de meia-noite e daqui a pouco vou dormir. Nem terei tempo de chorar. O outro dia é uma outra história. Você sabe o que é passar dos 30 anos, depois de já ter feito uma porrada de coisas na vida e o máximo que você consegue é levar tua garota pra comer no Habib´s? É... pensando bem, pode até ser um luxo, pensando bem... tem um vazio danado pensando ainda se vai ou se fica. Eu vou, ele que se exploda. 



Escrito por Pankada às 00h18
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UM DUPLO SUICÍDIO



Escrito por Pankada às 09h54
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A peça

Continuo em cartaz no Teatro Ruth Escobar às sextas e sábados 21h30 e domingo às 20h e continuo esperando os furões dos amigos. Tem sido bem prazeroso fazer a peça. Gosto da turma que trabalha junto e acho isso crucial. Teatro num é um dos troços dos mais gostosos de se fazer, mas quando se tem uma turma que vale a pena, o negócio fica bom. Confesso que sou preguiçoso pra uma porrada de coisas. Não gosto de chegar muito cedo etc. Num gosto desse negócio de merda que os atores falam um pro outro. Não gosto da palavra concentração, nem gosto de dar as mãos antes de iniciar e achar que os deuses vão baixar por lá e resolver tudo. Nem acredito em deuses. Só em Deus. Acho tudo isto uma baboseira. Tivemos tempo pra ensaiar e o que tiver que acontecer vai acontecer ali na hora, sem milagre nenhum. Tudo fruto do nosso esforço. Não depende do que se faz na coxia ou em casa, sei lá. A peça ainda não ta redonda do jeito que deveria estar e acho isso bom, pois me motiva a ir lá todos os dias e descobrir coisas novas, mas acho a peça bem legal e que vai crescer muito ainda. Como só tivemos 3 semanas não estamos tão seguros com o texto e isso nos prende um pouco. Bom, escrevo tudo isto porque ainda não tinha escrito nada e pra continuar convidando-os a nos assistir e apoiar e ajudar a divulgar. Até o próximo fim de semana.



Escrito por Pankada às 10h12
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Amigo da onça



Escrito por Pankada às 10h04
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Ela

Eu gosto daquele jeito dela. Do sorriso em silêncio. De como olha pra mim. Das coisas que diz e que sente. Na maioria das vezes só o abraço apertado é o suficiente. Suas delicadas mãos sobre meu cabelo. Quando fecho os olhos consigo imaginá-la aqui. É mais alguém pra dividir sonhos comigo. Ainda sonho, não desisti. Utopia, enfim. Meu jeito egoísta não a incomoda. Minha explosão a assusta. Não mexo com ninguém, então não mexam comigo. Sou como um vulcão em ebulição. Metáfora xula. Xula é com x mesmo? Dane-se e dane-se tudo inclusive o que você pensa de mim ao ler aqui.



Escrito por Pankada às 10h01
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Maldita preguiça

É tudo culpa desta maldita preguiça que não me deixa fazer nada. Ando tendo preguiça demais de escrever por aqui, de trabalhar, estudar e fazer esporte. Preguiça grande mesmo. Ando numa vida muito corrida e há muito tempo sem férias, sem sair de São Paulo pra ficar à toa e espairar. Sei que este ano novamente não terei férias, porque acabei de entrar num emprego novo. Não é uma reclamação. Graças ao meu bom Deus tenho emprego. O único problema nisto tudo é que cada vez mais faço menos as coisas que gosto. Como escreve aqui, ensaiar, estudar etc. A peça estreiou e foi bem legal. Quase rolou pancadaria, não fosse a Rota e o Corpo de Bombeiros nem sei o que teria virado aquilo. Ainda estamos sem público. Quem faz teatro sabe como é. Peço a gentileza dos amigos para colaborarem na divulgação. O diretor e autor da peça ta pagando com a grana do bolso e que não é pouca grana. Precisamos sanar isto. O serviço ta ai pra baixo. Colaborem. abraços.



Escrito por Pankada às 10h29
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