PANKADA


Há doido pra todo mundo

Vamos supor que hoje é um daqueles dias que você sabe que não deve sair de casa e por ironia do destino e sem nenhuma outra solução, você obrigatoriamente acaba saindo e novamente por ironia do destino você cruza com uns sujeitos vestido assim na rua. O que você faz?



Escrito por Pankada às 13h43
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Isto aconteceu comigo em 2006 e já tinha postado no blog antigo... andei recebendo uns emails pedindo por ele... Pedidos atendidos

A pior coisa que me aconteceu por estes dias ( em algumas partes)

Tomei um susto hoje pela manhã quando acordei e vi meu rosto na primeira página do principal jornal de São Paulo. Bebi meu café olhando atentamente pra foto, pra me certificar de que era eu mesmo. Sabe como é quando a gente acorda? Até a ficha cair... Lavei a cara umas 5 vezes pra não restar dúvida nenhuma. Ao abrir o caderno principal, lá estava minha ignóbil figura preenchendo quase toda a página da matéria. Difícil acreditar. Juro que nunca almejei isto, mas aconteceu. E quando eu menos esperava. A-con-te-ceu. Quem me conhece sabe que não sou de brigas, mas já fui. A última foi pra defender um amigo que estava apanhando na porta do colégio de uns 4 caras enormes. Eu tinha 13 anos, ainda não raciocinava direito, então cai na besteira de querer ajudá-lo. Que merda! Dói só de lembrar a surra. Tudo pra tentar impressionar uma garota, que nunca mais vi. Mesmo fazendo muito tempo é inevitável não me recordar deste episódio quando vejo as marcas e cicatrizes que guardo de lembrança daquele dia. Devo admitir que por um lado foi bom, pois isto me fez nunca mais querer me envolver em brigas dos outros, ou melhor, em briga nenhuma. Também convenhamos, puta covardia. 4 gigantes contra dois franzinos. "Vai ser burro assim lá na casa do c..." – exclamo pra mim, frequentemente. Hoje gosto de lutas esportivas e todo fim de tarde saio pra pratica-las e levo comigo minha mochila gigante cheia de coisas. É longe pra cacete onde treino e sempre invento de sair de casa no horário de pico de São Paulo. Tenho que enfrentar uma hora de viagem de ônibus lotado com a imensa mochila nas costas. É neguinho olhando feio o tempo todo. Um empurra-empurra fodido e eu e minha mochila lá. Sei que é foda, mas não tenho outra saída. Ontem aconteceu a cagada toda. Busão transbordando, eu pedindo licença pra poder passar, todos colaborando pra minha alegria até chegar no fim do corredor, um cara de costas obstruindo a passagem com sua enorme pança, ouvindo walkman. O diferente. Sempre tem. Fiquei atrás pedindo licença educadamente e o filho da puta não se moveu. Aquela porcaria daquele walkman no ouvido dele devia estar no último volume. Claro que ele não ia perder a oportunidade de mostrar sua nova aquisição num ônibus lotado. Caguei e passei por cima, atropelando, dai então ele se vira e fala: (continua...)



Escrito por Pankada às 14h24
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NA BEIRA DO RIO DE PIRACICABA

Foi bom e ponto final. Nem mais e nem menos do que isso. Fizemos amor da hora que chegamos até a hora de irmos embora. Da janela do hotel via-se o rio, a ponte e o Engenho. Não vou descrever detalhes do que aconteceu dentro daquele quarto, mas o cheiro dela não sai de dentro das minhas narinas. Uma pela branca e muito macia. Os seios na medida certa, cabelos escuros e uma sede interminável de amor. Tomamos banho e fomos à festa. Voltamos e tudo de novo. O dia já estava nascendo e precisavamos ir embora. Dormimos um pouco, pois longas horas se estenderiam pela estrada até nossas casas. Ao acordarmos, mais um pouco, na estrada também. Foi tudo perfeito naquele final de semana. Nunca mais nos esqueceríamos se não nos vissemos mais. Infelizmente isso nunca mais se repetiu. Deixei-a em sua casa. Após entrar, da janela me acenou como se fosse um adeus e não um tchau. Foi bom e ponto final. Eu estava sozinho novamente. Peguei o celular e liguei para a outra que sempre amei. Ela disse alô várias vezes e não respondi. Desliguei e deixei uma lágrima descer pela minha face até tocar o banco de couro do carro. Parei, fiquei em silêncio por longas horas sem sair dali. Anoiteceu. Apaguei os faróis e dormi ali mesmo. Nunca mais tive vontade voltar pra casa. Nunca mais tive vontade de ir a lugar nenhum. Nunca mais vi nenhuma das duas. Nunca mais soube o que... Boa noite amigos!



Escrito por Pankada às 16h59
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Síndrome de qualquer coisa...

Volta de uma viagem. Depois de muito tempo longe de casa, abre a porta e não tem uma pessoa se quer para lhe receber com um abraço...



Escrito por Pankada às 16h50
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