PANKADA


NO RIO SÓ CHOVE

... enquanto nos preparamos para a estréia aqui da Chapa Quente. O serviço segue ai...

 O Grupo Cemitério de Automóveis vai estar no Rio de Janeiro apresentando uma mostra de quatro espetáculos.

R$15,00 / R$ 7,50( meia entrada)

No Teatro Ziembinski, na Tijuca (em frente ao metrô) - Rua Heitor Beltrão, s/n

Sempre a partir das 20h

04, 05 e 06 de Julho

CHAPA QUENTE

Texto : André Kitagawa

Adaptação : Mário Bortolotto

 

Direção : Mário Bortolotto e André Kitagawa

 

Elenco : Mário Bortolotto, Paulo de Tharso, Martha Nowill, Caca Manica, Érika Puga, Marcos Amaral, Paulinho Faria, Walter Figueiredo, Francisco Eldo Mendes , Gabriel Pinheiro e Régis Santos

 

Adaptação dos quadrinhos de André Kitagawa. Sete histórias carregadas de humor negro e violência urbana

 



Escrito por Pankada às 16h28
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CHAPA QUENTE

Quem frequenta esse blog conhece o título ai. Chapa Quente é o nome da peça que o Mário Bortolotto dirigiu e adaptou das histórias em quadrinho do paulistano nissei, sensei, sansei, não sei André Kitagawa. Amanhã seguimos pro Rio de Janeiro com ela, que fará parte da Mostra Cemitério de Automóveis lá no teatro Ziembinsky na Tijuca. Quem vê eu escrevendo assim até parece que sou de lá. Nâo faço nem idéia onde fica, mas enfim, quem conhece está intimado a comparecer. Ficarei bem feliz. Se conseguir algum esquema de internet mandarei notícias, senão só volto escrever aqui semana que vem quando chegar. Valeu!



Escrito por Pankada às 23h38
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DROGAS NÃO

Que tipo de droga este moleque toma?



Escrito por Pankada às 23h38
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Acidentes idiotas

O jiu-jitsu nem é um esporte tão violento como dizem, alguns babacas acabam sujando a imagem dele, mas em treinos ou competições rolam acidentes. Geralmentes nos machucamos mais acidentalmente do que propositalmente. Às vezes são graves. Eu por exemplo quase fiquei cego uma vez, porque um cara caiu em cima da minha cabeça com o peso todo e trincou um osso dentro do crânio. Perdi as contas das vezes que engessei a perna e o braço o ano passado e agora estou com o pulso, mão esquerda e dedão esquerdo do pé estourado. Outro acidente comum é este aqui.

E este é um acidente comum de um idiota... Clique aqui



Escrito por Pankada às 23h28
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MOSTRA CEMITÉRIO

E pra quem é do Rio de Janeiro dia 04 começa com Chapa Quente a mostra do grupo Cemitério de Automóveis. Tenho a sorte de estar nessa. Segue o serviço:



Escrito por Pankada às 13h12
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Às vezes

 

Quantas vezes quase fomos atropelados porque a garota do outro lado da rua é sempre bem mais interessante do que o semáforo e o carro que vem feito uma bala em nossa direção. Milhões de outras vezes quase morremos por elas de outras várias formas e nem se quer somos notados. Perdi as contas das vezes que eu quis convida-la para ser meu par nos bailes da escola, mas não o fiz por causa de um bendito frio na barriga. Várias vezes enviei bilhetes sem assinatura e nunca recebi sequer uma resposta. Sempre me disseram que filmes não fazem bem, mas sempre os assisto, sempre os odeio. Por causa deles fico esperando o carteiro jogar cartas de amor por debaixo da porta, ou passo o dia clicando com o mouse no botão atualizar da minha caixa postal, com a absoluta certeza de que aparecerá um extenso email com declarações da tão sonhada garota. Tantas vezes lhe telefonei e fiquei em silêncio só pra ouvir a doce voz do outro lado da linha. Todos os dias me sinto incompreendido. E na verdade só queremos alguém pra cochichar em nossos ouvidos canções silenciosas, ou nos acompanhar no supermercado, ajudar escolher roupas e cuecas no armário. Na verdade só queremos alguém pra abraçarmos e chorarmos, apertarmos e dizer o quão importante e feliz ela faz nos sentir. Alguém pra dividir sonhos e ler poesias. Sou um cara jogado na calçada com uma blusa xadrez, calça jeans e um par de tênis velho. Sabe aquela garota que gosta da estrada, do vento soprando no cabelo? Aquela garota que dorme com a gente em qualquer pardieiro. O frio berra lá fora, enquanto aqui um calor desgraçado. Lágrimas descem como um alpinista desgovernado. É uma sensação de solidão. Não escolhi isto. É apenas um hábito.



Escrito por Pankada às 09h49
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CHORO SILÊNCIOSO

Tenho um meio irmão. Ele é meio japonês e meio brasileiro. Não sei por onde ele anda há muito tempo. Crescemos juntos como dois velhos amigos. Brincamos e brigamos, mas sempre nos amamos. Quando fomos ficando mais velhos nos separamos, foi cada um viver sua vida. Um dia nos reencontramos e tudo tinha mudado. Nos aturamos em vez de nos amarmos e com isso nos magoamos muito. Um dia brigamos e nunca mais nos falamos. Ele nem mora mais no Brasil e nem lembro como é a sua fuça. Minha mãe deve rezar todos os dias de manhã para voltarmos a nos falar um dia. Sabem como são as mães né? Eu torço por ele. De verdade. Um dia quem sabe tudo se acerta, mas hoje depois de tanto tempo, prefiro que as coisas continuem assim. Ele vivendo do jeito dele e eu do meu. Não o odeio e nem quero seu mal, mas também não tenho a mínima vontade de encontra-lo. Não temos assunto, nem afinidade. Um dia quem sabe. Com o tempo depois de algumas porradas, inconscientemente aprendemos a nos proteger de alguma forma e esta foi a forma que infelizmente ou felizmente arrumei pra me proteger. É só uma mera questão de sobrevivência. Sem perceber eu limo as pessoas. Geralmente as pessoas que mais amo. Eu simplesmente as tiro da minha cabeça, perco o interesse por elas e isso não significa que a partir daí passo a odia-la ou algo do tipo, só acho que não me faz bem e procuro evitar tudo que não me faça bem. É um jeito de zelar por minha integridade física e moral hoje em dia. Se a pessoa é admirável, continuo a admirá-la e respeitá-la, mas de longe, sem que ela saiba. É claro que machuca um pouco, mas é só um pouco, enquanto que ao lado dela é muito. Enfim eu escrevo tudo isso só pra tentar me entender um pouco mais. Não agüento mais meu choro em silêncio.



Escrito por Pankada às 13h39
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Temporadas

Acabou a temporada com a peça Lugar Onde o Peixe Pára. O grupo ganhou o PAC e viajamos por cidades do interior apresentando durante dois meses e meio e agora está aberta a tempora da peça Chapa Quente. Acabamos de nos apresentar no Festival Internacional de Londrina, casa lotada, mais de 800 pessoas. Bem legal! Próxima parada Rio de Janeiro. Os brothers que moram pela área se liguem nos dias 04, 05 e 06 de julho no teatro Ziembinsky. E vou me embora pra embarcar pra São Paulo agora.



Escrito por Pankada às 10h01
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A LUZ

Todos os dias nas minhas orações agradeço a Deus por me ter feito homem. Como seria a vida se não fosse assim? Jamais saberemos. Não tenho do que reclamar da minha. Vejo inúmeras vantagens, que não interessam ficar descrevendo aqui, porque é só um ponto de vista e cada um defende o seu, mas só de não ter que sentar pra mijar é um alívio, porque em pé mijo em qualquer lugar. Vejam as filas dos banheiros de lugares "públicos". Só um idiota comentário, pra não ter tanto suspense. Adoro as mulheres. Se não fosse por elas, teria eu existido? Hoje é domingo e tenho direito à filosofia de boteco. Claro que se não fosse nós homens, também não estaria aqui, mas as mães são fodas e falando em mães ta ai uma coisa que infelizmente nunca poderemos ser e também nunca teremos este privilégio (vejam o video). Nunca tinha visto, mas sempre ouvi dizer que o negócio é dolorido, por que será que ela ri tanto? É apaixonante e bonito também. Sorte delas, só delas.



Escrito por Pankada às 17h58
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Para a felicidade dos meus amigos



Escrito por Pankada às 13h38
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Mais uns

Claro que pra não tumultuar dividi em partes os blogs que mais gosto e acho imperdíveis. O do grande poeta Sérgio Melo que dispensa comentários e do grande brother Pedro Pellegrino que acho um cara de opinião e tudo que posta lá é bacana. Falando em Pedro, ta morando em São Paulo ou já se mudou? Os links dos dois estão ai do lado.



Escrito por Pankada às 13h19
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Notícia do ano

Tem um brother meu e também chará que mora muito longe. Faz tempo que não o vejo (graças a Deus). Estou tão feliz por ele ter declarado à midia que teve 3 relações homossexuais na vida. Claro que isto não me interessa e não vou expor aqui o que realmente sei sobre ele. O problema é só dele. Mas se um cara se permite fazer isso na mídia, acho que está explicado porque o meu amigo e chará Coelho é tão bom escritor. Por que? Onde vamos parar? Dói só em pensar que é um dos autores mais vendido e traduzido atualmente. Mais uma vez... onde vamos parar?



Escrito por Pankada às 14h38
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O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:

AQUI



Escrito por Pankada às 16h14
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TAPE

Desde sábado que assisti à peça Tape, com direção do meu amigo Mário Bortolotto ando com vontade de escrever algo, mas me parece que ando numa fase de merda sem estímulo e criatividade nenhuma, por isso não me arrisquei dirigir palavras sobre a magnífica obra. Será que essa fase transitória acontece com todos? Continuo sem coragem de escrever algo sobre, de tão bacana que é o trabalho e fico com medo de minhas pobres palavras desvalorizar um trabalho grandiosíssimo como aquele. Uma direção justa, sem sobra nenhuma sobre um delicado texto sobre a amizade. A amizade, quantos assuntos mais podem ser mais interessantes do que este? Marião ficou sobre um fio tênue correndo um grande risco de escorregar e foder com o trabalho, mas não tinha dúvida de que acertaria e foi muito além do que se pode imaginar, acompanhado de atores talentosissímos e ousados. Tão loucos quanto o diretor para encarar essa empreitada. A única coisa que posso dizer é que quem ainda não viu não sabe o que ta perdendo? Julgam-se ter, ou ser grandes e bons amigos? Então não deixem de jeito nenhum de ver Tape em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso na Rui Barbosa às sextas e sábados 21h30 e domingo 20h. Sai de lá com vontade de voltar pro interior e ficar vagando pela estrada pedindo caronas sem direção nenhuma, pra fazer assim novas amizades, com vagabundos caroneiros. Ou ficar a madrugada toda com algum amigo andando por ai, mexendo com as mulheres e dando risada. Contando histórias e tudo mais. Chega. Como diz São Tomé: é ver pra crer.



Escrito por Pankada às 13h19
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Os blogs são indispensáveis

Gosto muito de visitar os blogs dos amigos. Se tivesse mais tempo faria com mais frequencia e comentaria em todos. Como tempo tem sido dinheiro, não posso me dar este luxo por enquanto. Na medida do possível visito todos ai do lado e mais alguns. Sempre tem uns mais visitados, não exatamente só pelo conteúdo, mas pela frequencia de atualizações amizades etc. Como tenho tido pouco tempo para o meu, indico alguns indispensáveis ai do lado. Marião, Carola Medina, Priscila Nicolielo, Marcelo Montenegro, Douglas Kim, Márcio Américo, Pierre Maléfico e ainda tem o do Carcarah com link no do Marião. Ainda não coloquei aqui porque tem uma pá de blogs pra linkar e ando com preguiça e o Douglas Kim pra atualizar. Vive mudando de endereço.



Escrito por Pankada às 12h56
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Boa notícia

Apesar de ter arrebentado a mão, ainda consegui o terceiro lugar no campeonato brasileiro de jiu jitsu esportivo. Recebi a notícia ontem de um amigo que encontrei. Como sai correndo por causa da peça nem fiquei pra saber o resultado.Lógico que isso não vai aliviar a dor que aindo to sentindo, mas enfim, o esforço todo não foi em vão. Fico feliz!



Escrito por Pankada às 14h59
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Tudo em ordem

Acabei não respondendo os comentários de baixo sobre a mão por preguiça. Achei mais fácil fazer um novo post. Fui ao médico e não tinha nada quebrado, pra variar só lesão parcial dos ligamentos.



Escrito por Pankada às 20h10
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Castigo

Eu tinha medo de crescer. Eu olhava os adultos e não queria ser como eles, eu tinha um puta medo. Não entendia porcaria nenhuma, mas sentia que seria foda. Bem cedo me ensinaram acreditar em Deus, então todos os dias de manhã eu me ajoelhava ao lado da cama e pedia pra Ele não deixar eu virar gente grande. Eu gostava de acordar bem cedo pra poder brincar mais tempo e ficar na rua o dia inteiro. Não fui um bom menino, não tive muitos amigos, suas mães não os deixavam brincar comigo. Geralmente eu ficava sozinho, cheio de raiva, mas eu não entendia isso, eu não sabia o que era raiva. Eu ficava pela rua destruindo as coisas, derrubava os muros das casas dos outros, quebrava suas janelas, riscava seus carros, jogava bombas nas suas garagens e vivia querendo dar porrada em todo mundo, não gostava de ninguém e ninguém gostava de mim e eu achava tudo isso legal, porque eu não entendia nada. E com tudo isso eu acabei causando muitos problemas, principalmente pra minha mãe, que também não entendia nada e a única solução que ela encontrou, era me bater e me deixar trancado num quarto pequeno. Eu ficava tramando um jeito de fugir, mas era quase impossível, porque tinha grades na janela, e eu tinha medo de ser pego e apanhar mais ainda. Então, eu ficava lá a maior parte do meu tempo, com o nariz cheio de ranho escorrendo junto com as lágrimas, vendo meus amigos brincar no pasto de uma fazenda que tinha atrás do quintal de casa. Os que não gostavam de mim, ficavam me convidando pra brincar, só pra tirarem uma onda com minha cara e os poucos que gostavam, faziam uma rápida visita escondidos de minha mãe e ainda traziam alguma coisa. Eu morria de medo dela pegar e me bater com a varinha do pé de amora que tinha no nosso quintal. Às vezes, enquanto o pôr do sol não chegava, eu ficava olhando o pé de amora durante horas e queria destruir ele também. E eu só sabia chorar, eu queria apenas brincar, porque de uma certa forma, eu sentia que a infância um dia ia acabar. A partir daí eu comecei pedir pra Deus me levar antes de me tornar adulto. Tinha mudado de idéia, eu não sabia o que estava pedindo. Quando cresci um pouco mais, só pensava em me vingar e acabei fazendo mais cagadas. Um dia a polícia foi me buscar em casa. Era fim de tarde e minha mãe vinha chegando de um dia cansativo de trabalho. Ficou em pânico quando viu a cena. Depois de muito insistir, eles não me levaram. O que eu aprontei, fica pra uma outra história. Minha mãe percebeu também que não adiantava me deixar mais trancado, então ela resolveu mudar de cidade pra eu não ver mais meus poucos amigos. Fomos morar praticamente no meio do mato, numa pequena cidade do interior de São Paulo. Foi ai que tudo piorou, comecei sentir mais raiva, porque agora não estava mais preso no quarto, mas numa cidade vazia, inóspita e sem ter como sair de lá. Comecei pichar muros como todo adolescente idiota tentando se comunicar e um dia inventei de pichar o carro do delegado da cidade. Tive que ficar trancado em casa no meio do mato, sem por o pé pra fora durante meses, pois o único delegado daquele minúsculo lugar estava puto atrás do filho da puta que tinha feito aquilo no carro dele. Ninguém nunca soube quem fez a não ser dois amigos que estavam comigo naquela noite. Ele nunca me encontrou e eu parei de fazer essas besteiras e não por medo e nem por nada. Foi porque um dia vi minha mãe chorando num canto e tentando se comunicar com Deus em oração, pedindo pra Ele ajuda-la a se livrar da angústia que sentia por não conseguir se comunicar comigo e nem com ninguém, por não conseguir ser meu pai também. Eu nunca tive pai e ela devia se culpar por isso. Soube que ele foi assassinado. Nunca me interessou conhece-lo. A partir dai comecei entender um pouco as coisas. Neste dia eu a abracei e ela chorou no meu colo e eu rezei por ela bem baixinho. Não queria que ela percebesse de jeito nenhum. Eu tinha aprendido a me castigar.



Escrito por Pankada às 20h06
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De volta

Primeiro, problemas com o computador, não estava conseguindo. Segundo, entrei numa concentração ferrada de treino que há muito não entrava. Tive um mês pra isso. Consegui me inscrever pro campeonato brasileiro de jiu-jitsu e pra bancar me dispus a treinar muito. Evitei sair, dormir tarde, beber etc. Conciliar trabalho, com teatro e viagens e treino pesado não é nada fácil. Bom, a luta foi ontem (domingo 18 de maio), estava marcada para às 16h30, sendo que às 20h tinha uma apresentação da peça Lugar Onde o Peixe Pára em Limeira interior de São Paulo que fica há duas horas de carro daqui. O campeonato foi realizado por uma confederação brasileira bem desorganizada. Eram 17h40 e não tinham anunciado minha luta. Já tinha desistido, porque senão me atrasaria muito pra peça, sabendo que tinha uma porrada de coisas pra arrumar antes de entrar em cena. Desisti, treinamento do mês jogado fora. Bebi um litro de água, peguei minha mochila e sai. Quando pisei na porta de saída anunciaram minha luta. Eu já com o corpo frio, a cabeça em outro lugar e a barriga cheia de água, resolvi encarar. Resultado: mão esquerda quebrada. Minha colocação. Vocês já sabem né? Pelo menos cheguei em tempo para a peça.



Escrito por Pankada às 17h19
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A pior coisa que me aconteceu por esses dias...

continuação...

"Cara folgado... A mochila tem que passar primeiro sempre." Fingi que não ouvi, exatamente porque não estava num dos meus melhores dias, insistente ele continua: "Sempre tem um engraçadinho que quer ser diferente". Quando ele disse isso o sangue subiu pela cabeça, mas procurei me conter pra não fazer besteira maior e só retruquei, igual criança mesmo: "A mochila é minha e faço dela o que bem entender." Ficou me olhando feio durante uns 5 minutos. Até então não havia me encarado ainda. Não aguentei e perguntei o que foi? Nem respondeu e veio pra cima direto com um cruzado. Me esquivei e já emendei uma voadora no seu peito que o deixou caído ali com os olhos bem esbugalhados e ofegante olhando pra minha fuça com cara de bosta. A cagada é que do nada apareceu mais dois caras que vieram pra cima com tudo. Fui mais esperto e antes da porrada deles me acertar, dei dois socos no nariz de um e um chute giratório na orelha do outro. Ninguém ficou em pé e o ônibus todo se pôs contra mim. Eu só estava me defendo, poxa. Quando eu vi que o negócio ia esquentar pro meu lado, tentei fugir, por cima dos bancos pisando na cabeça de quem estava sentado. O ônibus tava em movimento e o cobrador logo percebeu que eu tinha gerado a desordem ali e quando eu estava pra saltar pela janela, ele conseguiu me segurar, mas provido de muita esperteza dei-lhe uma cotovelada no queixo que o nocauteou na hora. O motorista morfético que assistia tudo pelo retrovisor em silêncio, pra evitar que eu fugisse pisou fundo no acelerador. Irritado, caminhei sorrateiramente até ele e apliquei-lhe uma gravata, fazendo-o apagar e ai assumi a direção. Pra completar a minha sorte, logo a frente avisto uma barreira de carro da polícia, onde sou obrigado parar, pisando seco no freio, pra não fazer mais cagada. Todo mundo do ônibus veio parar na frente. Os policiais invadiram o busão armados até os dentes. Perguntavam apenas onde estavam os filhos das putas. E os filhos das putas dos passageiros, apontaram pra mim, sem nenhuma hesitação. Os gambé nem quiseram ouvir explicação nenhuma e vieram pra cima feito boi bravo, se não fosse um dos policiais gritar lá do fundo:"Achei os filhos das putas. Estão todos aqui no chão". Acho que eu teria rodado bem. Todos os lazarento dos passageiros que quiseram me foder, agora em silêncio voltaram seus olhares admirados pra mim e começaram aplaudir. Palhaçada!!! Prefiro nem comentar nada. O chefe da polícia perguntou meu nome, apertou minha mão e me levantou no ombro. Puta mico! E um bando de mico ovacionando atrás. Uma multidão já me esperava na porta do ônibus. Repórteres, câmeras, fotógrafos. Flashes daqui e dali e essa putaria toda que fazem quando acreditam que alguém é importante. Não acreditava. Fiquei feliz, me senti um herói, me chamaram de herói. Parece que fiz algo bacana pelo menos uma vez na vida. Quando a ficha começou cair tudo aquilo começou me encher o saco e pedi pra sair dali. Tenho um pouco de fobia social, sei lá. Comecei correr e um monte de gente veio atrás. Que merda. Não consegui nem ir pro treino. Tive que voltar pra casa. Descobriram onde eu morava e ficaram a madrugada toda gritando na minha janela. Mandei todo mundo a merda e ignorei-os, achando que não fosse acontecer nada. Os vizinhos se assustaram. Depois de toda a loucura, quando tudo pareceu mais calmo, deitei e descansei. Olhei discretamente pela janela e tinha uns peças dormindo sentados na minha porta. Se foda! Quando acordei... Tudo pareceu só um pesadelo, mas quando olhei la fora de novo, vi alguns sujeitos se levantando e saindo dali, resmungando. Fui pra cozinha peguei o café abri o jornal e o que vejo? Essa semana to fodido.



Escrito por Pankada às 14h34
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Há doido pra todo mundo

Vamos supor que hoje é um daqueles dias que você sabe que não deve sair de casa e por ironia do destino e sem nenhuma outra solução, você obrigatoriamente acaba saindo e novamente por ironia do destino você cruza com uns sujeitos vestido assim na rua. O que você faz?



Escrito por Pankada às 13h43
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Isto aconteceu comigo em 2006 e já tinha postado no blog antigo... andei recebendo uns emails pedindo por ele... Pedidos atendidos

A pior coisa que me aconteceu por estes dias ( em algumas partes)

Tomei um susto hoje pela manhã quando acordei e vi meu rosto na primeira página do principal jornal de São Paulo. Bebi meu café olhando atentamente pra foto, pra me certificar de que era eu mesmo. Sabe como é quando a gente acorda? Até a ficha cair... Lavei a cara umas 5 vezes pra não restar dúvida nenhuma. Ao abrir o caderno principal, lá estava minha ignóbil figura preenchendo quase toda a página da matéria. Difícil acreditar. Juro que nunca almejei isto, mas aconteceu. E quando eu menos esperava. A-con-te-ceu. Quem me conhece sabe que não sou de brigas, mas já fui. A última foi pra defender um amigo que estava apanhando na porta do colégio de uns 4 caras enormes. Eu tinha 13 anos, ainda não raciocinava direito, então cai na besteira de querer ajudá-lo. Que merda! Dói só de lembrar a surra. Tudo pra tentar impressionar uma garota, que nunca mais vi. Mesmo fazendo muito tempo é inevitável não me recordar deste episódio quando vejo as marcas e cicatrizes que guardo de lembrança daquele dia. Devo admitir que por um lado foi bom, pois isto me fez nunca mais querer me envolver em brigas dos outros, ou melhor, em briga nenhuma. Também convenhamos, puta covardia. 4 gigantes contra dois franzinos. "Vai ser burro assim lá na casa do c..." – exclamo pra mim, frequentemente. Hoje gosto de lutas esportivas e todo fim de tarde saio pra pratica-las e levo comigo minha mochila gigante cheia de coisas. É longe pra cacete onde treino e sempre invento de sair de casa no horário de pico de São Paulo. Tenho que enfrentar uma hora de viagem de ônibus lotado com a imensa mochila nas costas. É neguinho olhando feio o tempo todo. Um empurra-empurra fodido e eu e minha mochila lá. Sei que é foda, mas não tenho outra saída. Ontem aconteceu a cagada toda. Busão transbordando, eu pedindo licença pra poder passar, todos colaborando pra minha alegria até chegar no fim do corredor, um cara de costas obstruindo a passagem com sua enorme pança, ouvindo walkman. O diferente. Sempre tem. Fiquei atrás pedindo licença educadamente e o filho da puta não se moveu. Aquela porcaria daquele walkman no ouvido dele devia estar no último volume. Claro que ele não ia perder a oportunidade de mostrar sua nova aquisição num ônibus lotado. Caguei e passei por cima, atropelando, dai então ele se vira e fala: (continua...)



Escrito por Pankada às 14h24
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NA BEIRA DO RIO DE PIRACICABA

Foi bom e ponto final. Nem mais e nem menos do que isso. Fizemos amor da hora que chegamos até a hora de irmos embora. Da janela do hotel via-se o rio, a ponte e o Engenho. Não vou descrever detalhes do que aconteceu dentro daquele quarto, mas o cheiro dela não sai de dentro das minhas narinas. Uma pela branca e muito macia. Os seios na medida certa, cabelos escuros e uma sede interminável de amor. Tomamos banho e fomos à festa. Voltamos e tudo de novo. O dia já estava nascendo e precisavamos ir embora. Dormimos um pouco, pois longas horas se estenderiam pela estrada até nossas casas. Ao acordarmos, mais um pouco, na estrada também. Foi tudo perfeito naquele final de semana. Nunca mais nos esqueceríamos se não nos vissemos mais. Infelizmente isso nunca mais se repetiu. Deixei-a em sua casa. Após entrar, da janela me acenou como se fosse um adeus e não um tchau. Foi bom e ponto final. Eu estava sozinho novamente. Peguei o celular e liguei para a outra que sempre amei. Ela disse alô várias vezes e não respondi. Desliguei e deixei uma lágrima descer pela minha face até tocar o banco de couro do carro. Parei, fiquei em silêncio por longas horas sem sair dali. Anoiteceu. Apaguei os faróis e dormi ali mesmo. Nunca mais tive vontade voltar pra casa. Nunca mais tive vontade de ir a lugar nenhum. Nunca mais vi nenhuma das duas. Nunca mais soube o que... Boa noite amigos!



Escrito por Pankada às 16h59
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Síndrome de qualquer coisa...

Volta de uma viagem. Depois de muito tempo longe de casa, abre a porta e não tem uma pessoa se quer para lhe receber com um abraço...



Escrito por Pankada às 16h50
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Bem curioso...

 



Escrito por Pankada às 14h30
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Da série: Coisas que só acontecem comigo.

No blog antigo tudo que acontecia comigo eu postava por aqui. Coisas tão surreais que era difícil de acreditar. Relendo-o, lembrei de uns troços e achei uns textos. Alguns vou repostar e outros vou esperar coisas do tipo acontecer.

Só mais um dia como outro dia qualquer na minha vida

Ela pegou no meu pau com gosto, apertou e se foi. Já era tarde. Eu tava excitado, em frente a um cinema da rua Augusta comendo pipoca doce. Olhei pro relógio. Iniciei o cronômetro e quando deu o tempo comecei descer atrás dela. Acho que ela percebeu, porque ergueu mais a calça, fazendo-a entrar no rego e começou rebolar. Puta que pariu, uma gostosa dessas rebolando pra mim (pensei bem alto). Quando voltei à real ela tinha sumido na escuridão. Fiquei em pânico e só então percebi que estava sendo seguido. Ouvia passos fortes se aproximando. Tentei me esconder no breu, mas não teve jeito. Comecei correr e os caras gritaram: "Não adianta correr, você não vai conseguir fugir." Olhei pra trás, eram três sujeitos encapuzados, feios de dar dó. Um deles apontando uma arma na minha direção. Olhei pra frente e continuei correndo, até que ouço um estalo. Um tiro. Fudeu, pensei. Tento correr mais ainda. A sorte é que quando cheguei na esquina um desses carrões de vidros grandes e espelhados parou na minha frente, então consegui ver pelo reflexo a bala vindo na minha direção. Tive tempo de pensar e saltar me jogando no chão seguidos de três mortais como nesses filmes de ação. Confesso que me senti verdadeiramente fazendo parte de um filme de ação. Escutei quando a bala atingiu o vidro e o que aconteceu eu não sei, porque continuei fugindo, até ouvir a gargalhada alta dos caras dizendo que tinham me assustado e que estavam se divertindo com isso. Dei um puta grito, puto da vida. Isso não é brincadeira que se faça e mandei-os tomar naquele lugar. Foi então que me lembrei que estava atrás daquela gostosa que rebolou pra mim. Procurei-a noite toda. Sentei num boteco e pedi um copo de água de torneira com umas bolas de naftalina. Queria meu suicídio neste momento. Porra, quando uma bunda dessas vai voltar a rebolar pra mim? Burro. Mas não tinha naftalina, então pedi pra pegarem água da privada mesmo, mas a merda da privada tava sem água. Vai se fuder, não tem bosta nenhuma nesse bar. Vazei dali. Fui procurar outro, mas não tinha nenhum outro aberto, era muito tarde. Então quando já tinha desistido de tudo, escuto um assobio. Adivinha quem era? Isso mesmo, o dono daquele primeiro bar que entrei, me chamando, dizendo que conseguiu achar uns restos de bolas de naftalina. Enfia no cú. Agora não quero mais, gritei. Quer saber, essa confusão toda tirou toda minha inspiração pra continuar isso. Nem sei porque comecei esse texto contando de uma garota que apertou meu pau deliciosamente. Se foda, o texto é meu e começo do jeito que quero e se não quero terminá-lo de algum jeito, que se foda também. Não quero mais ficar lembrando dessas coisas ruins que acontecem na minha vida. Ou boas. Prefiro acabar por aqui, sem um fim.



Escrito por Pankada às 16h12
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Espera...

No fundo você espera que o telefone toque, ou que batam à sua porta, ou apertem a sua campanhia. No fundo a gente sempre espera alguém, inventa coisas e cria histórias. E quando olhamos pela janela e não encontramos nada... no outro dia, ficamos com medo de abri-la novamente, porque entra um vento gelado carregado de lastimosas lembranças e o inverno chega com seu forte clima nostálgico. E lá no fundo, bem no fundo a gente fica torcendo por um boa noite dela, pra depois nos deitarmos numa cama fria sob quentes cobertores e esperar que o sono chegue logo com os sonhos. Talvez a única esperança. Mas no fundo queríamos estar tomando chocolate quente na frente de uma boa fogueira, com a cabeça no colo de nossas mães, ouvindo teus contos enquanto procuramos um final para os nossos. E todos os dias a gente corre olhar debaixo da porta esperando chegar alguma carta. Até mesmo uma carta vazia, só o envelope mesmo, com o nosso endereço escrito com letras de mão. E no fundo, no fundo... (um breve silêncio)... são tantas coisas que prefiro mesmo me calar... até o dia que a vida realmente... (deixa pra lá, apertem o reset e tudo se inicia do zero). Eu não sei, mas no fundo, no fundo... acho que gostaria de saber... merda nenhuma.



Escrito por Pankada às 16h11
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Algo mais a esclarecer?

Não gosto de colegiais e universitários. Detesto papo-cabeça ou que me façam falar. Odeio rodas de pessoas e andar em turma. Não me chamem para a praia todo fim de semana. Não me desafiem, odeio ter que provar algo pra alguém. Odeio que tenham medo de me acordar ou incomodar. Ir ao cinema com mais de uma pessoa? Pra que? Teatro só se tiverem certeza de que vou sair chorando. As comédias são um saco. Odeio gente extremamente feliz e melancólicas demais. Bêbado falante. Se eu me sentir inconveniente em algum momento, saiam de perto. Não amar pra mim é caso de morte. Ser esquecido então... Tem mais algumas outras coisinhas odiosas... mpb, caetano veloso, ivete sangalo... argh... Mas gosto de estar sozinho, ficar debaixo de uma árvore abraçado com ela. Comer pipoca e uma porção de porcarias. Andar sem rumo à companhia de grandes amigos. Pedalar até o Japão e voltar no mesmo dia. Ficar na janela olhando pro céu. Pensar em alguém e nas aventuras que poderei viver. Sou apaixonado por mulheres, correr riscos, sentir saudades e esperar anos atrás voltar. Me peguem no colo e me contem histórias. Gosto dos moradores de rua e ouvir o que tem para dizer. O vento soprando no rosto. Um fim de tarde com água de coco. Curto ir ao cinema toda semana. Ouvir blues, jazz e rock n´roll. E essas porras todas. Digo tudo isto porque tenho uma fama de ranzinza, mas deu pra perceber que tem mais coisas que gosto do que não gosto. E um pouco sou assim.



Escrito por Pankada às 14h09
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Esclarecimentos

Eu sei que não preciso ficar esclarecendo nada pra ninguém, até porque nem sei se este blog tem sido tão visitado. Resolvi ter um blog porque queria começar escrever, principalmente pra teatro e achei que seria um troço legal pra exercitar. E realmente ajudou e muito. Teve uma época que atualizava isso várias vezes ao dia. Era um prazer, mas dai começaram os contratempos. Quando tava ficando legal, acabava meu espaço e era obrigado a fazer outro blog com outro nome. Depois fiquei mais de um ano duro sem internet e acabei perdendo o ritmo. Aos poucos vou retomando, mas não engrena. Até porque ando numa correria danada. Trampando das 6h da madruga até o meio dia. Escrevendo peça nova. Viajando com outra peça e treinando quase todos os dias, porque é bem provável que eu volte a lutar oficialmente. Então acaba sobrando pouco tempo e fico bem cansado. Não sei realmente quantas pessoas frequentam aqui e tal, mas gostaria de saber, porque isso acaba sendo um estimulo. Às vezes encontro algumas pessoas na rua que me cobram, dai fico com peso na consciência e venho tentar fazer algo. Aliás se se tem um blog é porque você quer partilhar algo com as pessoas. Visito quase que diariamente os blogs dos amigos linkados ai do lado. Bom, enfim, só gostaria de saber quem anda por aqui. Ajudem um desestimulado a se estimular. Quero voltar a praticar isso e não só ficar postando videos, apesar de gostar muito. Valeu.



Escrito por Pankada às 20h45
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Premiado no Festival de Berlim

Diego é um brother que gosto pra caramba. Moleque novo, cheio de talento. É ator e músico. Em breve deve estar lançando seu cd. Já ouvi umas coisas dele e é bom pra cacete. Às vezes saimos pro rolê e tenho maior honra de sua companhia. Gosto de trocar uma idéias. É do tipo de cara que a gente pára pra ficar ouvindo. Enfim... ele participou de um curta que foi premiado no Festival de Berlim e hoje terá duas sessões do filme lá na Cinemateca e é claro que vou estar por lá. Logo abaixo o serviço.



Escrito por Pankada às 13h29
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